AIRESP
Processo Sem Classe
Processo nº 1544212
ID do Registro
#69779d58891c1
201501753408
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MAURO CAMPBELL MARQUES
2019-09-04
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2019-06-11
Não categorizado
Ementa
PROCESSO CIVIL. ADMINISTRATIVO. ENUNCIADO ADMINISTRATIVO N.º 3/STJ.
AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. CONCESSÃO DE SERVIÇO PÚBLICO.
PRORROGAÇÃO DE CONTRATO DE CONCESSÃO SEM PRÉVIO PROCEDIMENTO
LICITATÓRIO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PRAZO PRESCRICIONAL. TERMO INICIAL.
PRECEDENTES DO STJ. APLICAÇÃO DA SÚMULA 568/STJ.
1. Inicialmente é necessário consignar que o presente recurso atrai
a incidência do Enunciado Administrativo n. 3/STJ: "Aos recursos
interpostos com fundamento no CPC/2015 (relativos a decisões
publicadas a partir de 18 de março de 2016) serão exigidos os
requisitos de admissibilidade recursal na forma do novo CPC".
2. Nos termos da Súmula 568/STJ, é possível o julgamento monocrático
do recurso especial quando houver jurisprudência dominante sobre a
questão tratada nos autos. Ainda que assim não fosse, a
jurisprudência desse Sodalício orienta no sentido de que o
julgamento colegiado torna prejudicado eventuais vícios inerentes
ao exame monocrático. Precedentes.
3. A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça pacificou o
entendimento de que o prazo prescricional da ação civil pública para
anular prorrogação irregular de prestação de serviço público só tem
início com o encerramento do contrato.
4. Agravo interno não provido.
Decisão Completa
Vistos, relatados e discutidos esses autos em que são partes as
acima indicadas, acordam os Ministros da SEGUNDA TURMA do Superior
Tribunal de Justiça, na conformidade dos votos e das notas
taquigráficas, o seguinte resultado de julgamento: "Prosseguindo-se
no julgamento, após o voto-vista da Sra. Ministra Assusete
Magalhães, acompanhando o Sr. Ministro Mauro Campbell Marques para
negar provimento ao agravo interno, a Turma, por maioria, vencido o
Sr. Ministro Og Fernandes, negou provimento ao agravo interno, nos
termos do voto do Sr. Ministro-Relator." A Sra. Ministra Assusete
Magalhães (voto-vista), os Srs. Ministros Francisco Falcão e Herman
Benjamin votaram com o Sr. Ministro Relator.